Ficção científica
A folha em branco aceita qualquer impressão, qualquer registro, e fica quieta, à espera de ser molestada para suportar o peso do grafite, da tinta da caneta ou dos pixels luminosos transferidos do teclado para a tela. Desta vez, o primeiro impulso foi escrever sobre ficção científica, paixão adolescente que envelheceu comigo. Júlio Verne, H.G. Wells, Arthur C. Clarke e Edgard Allan Poe são os mais evidentes culpados dessa jornada a despontarem na memória. Houve outros. A série de ficção científica alemã Perry Rhodan foi um presente que alimentou sonhos juvenis. Iniciada nos anos 1960, com seus 536 livros lançados no Brasil até 1991 pela Tecnoprint (que virou a Ediouro), tinha seus exemplares vendidos em banca de jornais e foi interrompida abruptamente. A série voltou a ser publicada pela SSPG em 2001, com retomada de onde parou e com a continuação da saga. Divulgo o site da revista para saudosistas e futuros interessados: https://www.perry-rhodan.net.br/loja/ . É considerada a sé...