A ficção do amor
Tudo começa com a escolha de um livro para ler. Se histórico ou não, meloso ou criminoso, é a mão que o acolhe que também determinará o destino da leitura. Dos vários tipos de literatura, vamos ao cronista, que revela seus amores pela ficção, vivida ou inventada. Tom Jobim dizia que cada mulher que ele cantou - e foram muitas - foi uma que o desencantou amorosamente. E haja libido e inspiração para nosso deleite musical. Antonio Prata é filho de Mário Prata. Cronista de mão cheia, revela que a genética é também hereditária. Seu pai é brilhante no domínio da escrita do cotidiano. Filho é bom mas dura muito é uma das tiradas prediletas do Prata Pai. Pratinha, como calorosa ou jocosamente chamam o Antonio, segue os passos paternos, escreve na Folha de S. Paulo, e revelou, recentemente, uma das decepções amorosas da adolescência - a Luana. Pergunto-me se a Julia Duailibi sabe da história. A jornalista é sua esposa e mãe dos dois filhos do casal e, por coincidência, prima em terceiro grau ...