Sagradas posições
Ansiedade não deveria ser sintoma político a cada dois ou quatro anos. Já perdemos muito da saúde e da essência em períodos anteriores por escolhas ruins e podemos voltar a perder. Por isso que o muro não pode ser a morada do covarde, nem a farsa ser a falsa escolha. Ainda que a sociedade moderna já não nos divida mais entre nômades e sedentários, ao bel prazer da caça e da colheita, uma posição precisa ser tomada e ela deve ser condizente com o lugar de existência junto à cultura, à educação, à ciência, ao meio ambiente, à vida, enfim. Não enaltecendo a morte, a violência, a misoginia e outras práticas execráveis que estão do outro lado. Sim, há um outro lado em que estão coisas ruins - e o coisa-ruim, nepocrata de primeira linha. Ele pode se disfarçar, mudando de fisionomia, de domicílio eleitoral e de número de tempos em tempos; porém, não nos engana. Ao menos, não engana quem tem a consciência da história do país. Explicitamente (que não será feito aqui, por enquanto) o mal precisa...