Doce e amargo
Insisto em minha existência e, por isso, antecipo a escrita para não sofrer em demasia, pois em algumas horas teremos decidido a próxima década. É muita responsabilidade. E dela não me furto, pois sabemos o que está em escrutínio e ficar do lado certo não é suficiente. Os instrumentos de resistência são muitos, mas deveríamos viver mais para o amor do que sucumbir ao ódio. No Chumbo Gordo da semana, mantido pela querida Marli Gonçalves, já foram externadas algumas das apreensões e também das esperanças. Terceirizo a leitura ( https://www.chumbogordo.com.br/esperancar-por-todos-os-espacos-por-adilson-roberto-goncalves/ ). Nas redes sociais vemos a movimentação orgânica de sentimentos e desejos que revelam que há outros caminhos para a comunicação, caminhos esses que podem também conduzir para abismos incontornáveis. O doce e o amargo deveriam conviver à vontade do degustador, complementares que são. Com tanta turbulência, as efemérides frequentes neste espaço deixaram de ser mencionadas...