Cartas vividas
Missivista contumaz, todos os dias envio cartas e comentários a jornais e revistas. No início, no tempo da universidade, o foco eram os erros e omissões de caráter científico que grassavam, que pululavam, que abundavam em tais veículos informativos. O vício dominou o hábito, e a política, como não poderia deixar de ser, invadiu o conteúdo dos textos. Diminuiu a porcentagem de publicações, talvez pelo aumento do interesse de todos opinarem, facilitado pelas vias eletrônicas e digitais que passaram a existir. Lembro que até por fax (!) enviei comentário para a Veja, que chegou a ser publicado. Essa revista não mais publica cartas, ficando a possível crítica de leitores limitada aos que possuem assinatura digital e podem fazê-las no site ( http://adilson3paragrafos.blogspot.com/2021/02/pedacos-de-jornais.html ). Isso quando a censura permite, pois aprendi que o conteúdo do texto deve ser dosado em função da natureza do veículo. O princípio é nunca trair a própria opinião, mas há tons que ...