Bondade da festa
Um amigo ficou indignado porque eu não curtia nem comentava nenhuma de suas postagens nas redes ditas sociais. Reclamava porque viu que eu, sistematicamente, ao menos clicava em imagens e mensagens de outras pessoas, mas não nas dele. Questionando-me, ao vivo em um encontro rápido, respondi que eu ficava ofendido com a forma de suas apresentações e, por isso, refutava a interação. Ofensa? Como assim? Todas suas ações continham termos religiosos e a crença em sua entidade. Sem exceção. Ou seja, nada do que você dizia era graças a você, a sua atividade ou a de seus filhos e parentes - argumentei a ele. Tudo era graças a essa divindade. Por que eu deveria interagir, se é uma crença sua, que deveria ficar exclusivamente em âmbito íntimo e pessoal? Ele, obviamente, continuou sem entender e também seguiu postando do mesmo jeito, pois fé é cega e o medo a domina. Recebi indicações de que o verdadeiro aniversariante do Natal estava sendo esquecido e a onda consumista predominava na busca de ...