Escritas de ontem e de hoje
Consegui falar na Biblioteca Nacional para perguntar sobre buracos nas coleções de revistas digitalizadas na hemeroteca on-line daquela secular instituição. Em tempos de comunicação rápida, a atualização dos contatos e e-mails não é mais feita. Quem é tão dinossáurico como eu para se valer da escrita, ainda que teclada e computadorizada? A simbologia e abreviações do uso constante nas mídias e meios fazem-nos retroceder ao tempo dos hieróglifos. O rótulo é, paradoxalmente, 'modernidade'. Mas falei, o que é o mais importante, e agora vou saber se aquela edição da revista Fon Fon de 1907 não existe para consulta ou se terei de me deslocar à Cidade Maravilhosa para avaliar se o número contém aquele suposto comentário de Lima Barreto. O cronista ainda me persegue. Acabei por não confirmar um de seus pseudônimos, mas descobri quem o usou. E outra máscara que ninguém havia atribuído a Lima concluí ser dele. Um químico que sabe relatar suas descobertas para o mundo científico não cons...