Gestão de crises
Um setembro primaveril, muito quente, seco e queimando. Vírus viralizando. Na falta de um banho de mar, antes que o Dia do Secretariado (ou, do outrora da Secretária) acabasse, providenciei a auto-introdução na piscina de água ainda fria, mas com volume à quase metade pela evaporação. Quente, ou melhor, entrópico, foi também o debate entre os candidatos à presidência dos Estados Unidos. Debate&apanha melhor dizendo, contrastando diametralmente com o certame de mesma natureza aos pleiteantes à Reitoria da Unesp. Forma, métodos, linguagem e educação que enobrecem este foram os elementos que sumiram daquele. Sabemos das dificuldades vindouras e constantes na administração da Universidade Pública e a gestão de crises é permanente. Mas quando se olha para os intestinos de uma das maiores nações do planeta, é angustiante a falta de exemplos e a maneira como os lambe-botas daqui se subvertem aos ditames nórdicos. Eles passarão, mas os passarinhos já arderam em chamas. Se de poemas iniciam...